Eu e a Fonoaudiologia - O InÃcio de Tudo Postado em Outubro 24th, 2008
Quando você é pequeno todo mundo pergunta: O que você quer ser quando você crescer? As respostas mais óbvias, são: Médico, advogado, bombeiro e modelo. Eu sempre respondia astronauta, resultado: Entrei no curso de Fonoaudiologia em 2001! Quem conhece uma criança hoje que responde que quer ser fonoaudióloga? Primeiro que ela tem que fazer terapia pra falar essa palavra imensa hehehehe e segundo, não é um curso secular como a Medicina e o Direito, nem mexe com o ego como às Passarelas, nem muito menos tem adrenalina no arriscar da sua vida para salvar outra. Mesmo assim, a Fonoaudiologia não é menos importante, pelo contrário!
Como o médico fará uma criança falar sem que uma fonoaudióloga trabalhe a famÃlia que não dá à criança a oportunidade de querer falar? Como um advogado pode ganhar dinheiro se não souber se expressar? Como a modelo será avaliada se sua face for flácida e precisara de sessões fonoaudiológicas de estética orofacial? Como o bombeiro poderá escutar um grito de clamor se for surdo e não usar próteses adaptadas por uma fonoaudióloga? Bem, o preconceito graças à Deus tende à sumir!
Todas as profissões são essenciais e interligadas! Não podemos conceber a ditadura, ou a volta da monarquia! Temos que dizer , sempre, não aos projetos retrógrados, tais como: ATO MÈDICO. Nunca sabemos o amanhã, as coisas mudam, você pode achar que sozinho pode pintar o mundo, mas pode ser que o pincel não esteja nas suas mãos!
Contudo, estou caminhando na história viva da Fonoaudiologia, especialmente na área que mais tenho experiência e amo trabalhar: Taking care of special needs! Fazendo de pessoas com deficiências fÃsicas e mentais, verdadeiramente especiais! Considerando preciosa toda forma de comunicação!
É perceptÃvel meu amor e dedicação? Espero que seja! Sem barreiras quero mostrar as razões do meu crescimento espiritual, pessoal e profissional ao mundo! Em breve estarei no ápice do meu trabalho na área, serei Au pair. Em novembro de 2008 cuidarei de uma criança deficiente por 13 meses, em outro paÃs! Com a dificuldade quero descobrir o quanto posso ser útil, o quanto sou capaz de superar meus limites e o quanto temos que acreditar na nossa profissão e só multiplicar as coisas boas dela.




Abril 20th, 2010 at 10:39 pm
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